terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

"Vamos ser sempre amigos"


Quando partes, levas as promessas dos que julgas próximos, de escrever com frequência e de visitas regulares, de tantas saudades e de tantos reencontros já marcados... promessas. E afinal, de que valem as promessas, quanto espaço ocupam no coração? Primeiro muito! Não são elas que ocupam muito, diga-se, é a esperança de que se cumpram. Mas depois, vem o tempo, e os reencontros esquecidos, e a frequência passa a ausência... E o muito passa a pouco, e a esperança passa a certeza. Certeza de que promessas são só promessas.

Quando penso nisso, vejo quantas promessas fiz que não cumpri, quantas promessas me foram feitas e ficaram por cumprir.

Aos que prometi e deixei vazios de esperança, desculpem... Aos outros (a ti, a ti, sim a ti também) que me fizeram juras de amizade, de presença na distância e de carinho nas saudades, estão perdoados (talvez ainda não, mas com o tempo...).



Com o tempo se sente quem se preocupa connosco.

2 comentários:

*Butterfly* disse...

Vidas diferentes, tempos livres diferentes...

No entanto ambas sabemos que há sempre tempo para uma conversa, tempo para dar um "Oi", tempo para dar a quem já nos foi tão proximo...*

Bejitu*

Pocahontas na Cidade disse...

Adorei a foto :)