quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010


Insegurança. Calma... tu consegues... Não estou a conseguir. E agora? Be pacient.


Não insisti, não foi forçado. Esperei e veio com a naturalidade de tantas horas, tantos anos, e senti que era certo. Foi mais forte, mais de dentro, mais meu... Oh, a tinta dos braços, as palavras das pernas... Oh, a história que se vai escrevendo, de olhos semi-fechados, com o corpo desperto...

E voltam-me os sentidos, a alegria espontânea...

I'm back in the game!

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Nunca subestimes...


o poder dos calhaus!


leve, leve, leve.. aim..

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Uma das vantagens de estudar desporto...


...é puder andar de fato de treino todo o dia sem parecer desleixada

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Uma paixão a ficar sem lenha..


ou um sonho a tornar real?

The R day


Foi hoje! Entre as correrias, as chatices, as infinitas decisões por tomar, chegou o momento mais esperado de toda a preparação (pelo menos por mim, hihih).
Chegou, viu, provou, pensou, hesitou, e voltou a provar.. Olhou, sentiu, olhou mais uma vez, e com um sorriso que deveu pouco ao mistério encheu-se de coragem e disse "é este". E era mesmo... E se todo o acontecimento só por si já me agradava, com as provas, as escolhas, a moda e o amor, ver a felicidade pintada em cada brilhante e cada laço fez me sentir preenchida, feliz por estar ali e fazer parte dum sonho que se começa a tornar real.

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Brrrrr

Note-se que nem todos os passeios sao bons. Hoje, o M., o P., e eu, tivemos a excelente ideia de ir surfar... Tirando o facto de estar um frio de rachar, uma ventania dos diabos e um mar nao tao bom, foi optimo!.... NOT!!
Mas pelo menos posso agora dizer, de boca cheia: sei como e' nao sentir os pes e as maos!!

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010


Parece que tenho andado a cumprir a 2ª resolução para este ano... Daí a ausência de posts.


domingo, 7 de fevereiro de 2010

Saint Valentines


S. Valentim, dia dos namorados... blhark!! Torço o nariz, censuro o consumismo, abomino os enfeites loja sim loja sim e aborrece-me a lamechice a mais. Dia de São Valentim? ignoro na agenda! E assim agem milhares de moças como eu! Ou pelo menos dizemos que sim...


Agora, aparece-me com um ramo de rosas à porta, leva-me de fim de semana para um lugar romântico, faz-me uma surpresa e leva-me a jantar à luz das velas, só porque é dia dos namorados... who cares? Fico derretida de qualquer jeito :)

sábado, 6 de fevereiro de 2010

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Invictus


Acabei de chegar do cinema, contudo não é do filme que quero falar (embora seja merecedor de um post gigaaaante). Quero dizer que me sinto imensamente orgulhosa e inspirada. Orgulhosa de fazer parte desta arte que une pessoas de todas as cores e crenças, o desporto, e inspirada pela alma indomável de um homem que teve a ousadia de perdoar, Nelson Mandela.


"Estou realmente sem palavras" dizia eu, enquanto lhe tentava explicar tudo o que estava a sentir.

"Puxa, é assim tão bom o filme?" perguntava incrédulo com a minha dificuldade expressiva.

"É, é muito bom! Mas é mais que um filme, é a verdade que ele conta que me deixa assim"


E é mesmo isso. É a história de um homem que teve a força, a bondade e a inteligência necessárias para unir um país, usando como ferramenta o poder do desporto.


(senhores, estou a escrever e ainda não me saiem as palavras correctas. parecem sempre insuficientes)


Bem, acho que não vou escrever mais. Não agora. Porque o coração está a bater mais rápido que o cérebro está a pensar, e não vou conseguir dizer por palavras o que sinto em sorrisos.

Mas como dizem que uma imagem vale mais que mil palavras, convido-vos a imaginar o momento que mais me comoveu de toda esta experiência: O filme acabou, passava apenas o genérico e ninguém se levantou. Ninguém.

É possível admirar uma pessoa deixando de parte pedaços dela?
Pergunto isto porque conheço muita gente que me diz "admiro tanto o A" e "o B inspira-me tanto", e eu penso para comigo "mas se soubesses isto, ou aquilo...". Mas a verdade é que não sabem, e para essas pessoas, chega-lhes essa faceta (que para eles é um todo) que admiram, invejam e desejam.

Não sei bem o que pensar em relação a isto. Se por um lado não quero destruir o sentimento de inspiração, por outro acho que merecem a verdade.

Mas depois penso em mim, e em quantas vezes apaguei as manchas das imagens que me agradava seguir sob pretexto de que ninguém é perfeito, e a verdade é que ninguém o é. E isso dá-nos o direito de pôr de lado os erros (por muitos que sejam, por muito graves que sejam) e simplesmente admirar uma pessoa.


Tenho pra mim que é sempre mais fácil admirar quem menos conhecemos.

Se fosse eu...


... fazia isto e aquilo, se fosse comigo as coisas eram diferentes, se estivesse no teu lugar ja tinha dito e acontecido... Oh, como somos ingénuos. Acreditamo-nos sempre donos da verdade, da melhor solução, do entendimento completo, e na verdade não fazemos a mínima ideia de como agiriamos se fossemos nós naquela situação.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

"Vamos ser sempre amigos"


Quando partes, levas as promessas dos que julgas próximos, de escrever com frequência e de visitas regulares, de tantas saudades e de tantos reencontros já marcados... promessas. E afinal, de que valem as promessas, quanto espaço ocupam no coração? Primeiro muito! Não são elas que ocupam muito, diga-se, é a esperança de que se cumpram. Mas depois, vem o tempo, e os reencontros esquecidos, e a frequência passa a ausência... E o muito passa a pouco, e a esperança passa a certeza. Certeza de que promessas são só promessas.

Quando penso nisso, vejo quantas promessas fiz que não cumpri, quantas promessas me foram feitas e ficaram por cumprir.

Aos que prometi e deixei vazios de esperança, desculpem... Aos outros (a ti, a ti, sim a ti também) que me fizeram juras de amizade, de presença na distância e de carinho nas saudades, estão perdoados (talvez ainda não, mas com o tempo...).



Com o tempo se sente quem se preocupa connosco.